quarta-feira, 20 de junho de 2012

Ulrike Höfken- Ministra da Agricultura do Estado Rheinland-Pfalz. Alemanha.



Ulrike Höfken como Representante da Conferência de Ministros do Ambiente da delegação Alemã para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio + 20). 

Obs: As fotografias não estão com uma perfeita  visualização, por conta de estarem em tamanho pequeno na fonte principal. 
Para melhor entendimento e por uma ampla fonte de informações a respeito desta matéria segue abaixo o Link. 
 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

O Piauí em Festa! As Delícias de São João.








A História das Belíssimas Festas Juninas.

 
Origem das Festas Juninas.
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China , região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros ( indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

  Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região   Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

 
Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.



  



São João das Cidades. Participem!






Acontecerá no Parque de Exposição Dirceu Arcoverde, em Teresina. Serão cinco dias de festa em um espaço que combinará lazer, negócio, informação, história e simpatias. Vale reverenciar o santo do dia ou mesmo dar uma passada para provar uma Maria Isabel inesquecível. Tudo isso em um cenário típico, preparado especialmente para deixar os visitantes no clima da festa.


Programação Quadrilhas 

1º dia – quarta – 13/06


1 – Caicanos (Teresina) – 18h00 às 18h30
2 – Flor Caipira (Regeneração) – 18h40 às 19h10
3 – Balança Matuto (Teresina) – 19h20 às 19h50
4 – Luar do São João ( Teresina) – 20h00 às 20h30
5 – Arrasta Pé de Teresina ( Teresina) – 20h40 às 21h10
6 – Viola Caipira (Teresina) – 21h20 às 21h50
7 – Nova Geração (Teresina) – 22h00 às 22h30

2º dia – quinta – 14/06

1 – Tradição Junina (Porto Alegre) -18h00 às 18h30
2 – Irmãos Coragem (Teresina) – 18h40 às 19h10
3 – São João da UESA (Valença) – 19h20 às 19h50
4 – Estação Junina (Demerval Lobão) – 20h00 às 20h30
5 – Beija-flor do Sertão (Pimenteiras) – 20h40 às 21h10
6 – São João das Estrelas (Monsenhor Gil) – 21h20 às 21h50
7 – Mexeu-mexeu (Lagoa do Piauí) – 22h00 às 22h30

3º dia – sexta – 15/06

1 – Arroxa o Nó (União) – 18h00 às 18h30
2 – Mandacaru do Sertão (Barras) – 18h40 às 19h10
3 – Lua de Prata (Demerval Lobão) – 19h20 às 19h50
4 – Tradição Junina (Teresina) – 20h00 às 20h30
5 – Explode Coração (Teresina) – 20h40 às 21h10
6 – Coqueiro Verde (Campo Maior) – 21h20 às 21h50
7 – Sapucaí do Sertão (Miguel Leão) – 22h00 às 22h30
8 – Chuva de Prata (São Miguel do Tapuio) – 22h40 às 23h10

4º dia – sábado – 16/06

1 – Lumiar (Parnaíba) – 18h00 às 18h30
2 – Vira-volta (Paulistana) – 18h40 às 19h10
3 – Arraiá dos Matutos (Batalha) – 19h20 às 19h50
4 – Arrocha o Nó (Parnaíba) – 20h00 às 20h30
5 – Trapos e Farrapos (Piracuruca) – 20h40 às 21h10
6 – Chapadão do Corisco (Teresina) – 21h20 às 21h50
7 – Lumiar (Barro Duro) – 22h00 às 22h30
8 – Asa Branca do Agreste (Teresina) – 22h40 às 23h10


Confira a programação de shows:
Dia 13/06 (Quarta-feira) – João Cláudio e Orquestra Sinfônica de Teresina e Toda Boa
Dia 14/06 (Quinta-feira) – Elba Ramalho, Gonzaga Lu e Waldo & Felipe
Dia 15/06 (Sexta-feira) – Amado Batista, Lilly Araújo e Janaína e Banda
Dia 16/06 (Sábado) – Waldonys, Banda Tropicália e Trio Xenhenhém
Dia 17/06 (Domingo) – Banda Toda Boa. 


Maiores informações:

terça-feira, 12 de junho de 2012

17ª Caminhada da Fraternidade. "Solidariedade e Saúde Caminham Juntas".





A Caminhada da Fraternidade chegou neste domingo (10/06) a sua 17ª edição. Com o tema “Solidariedade e Saúde caminham juntas”, a iniciativa da Arquidiocese de Teresina, através da Ação Social Arquidiocesana (ASA) mais uma vez leva milhares de piauienses às ruas de Teresina num gesto de amor, e de muita solidariedade. A caminhada que acontece em Teresina já é um dos maiores eventos católicos do Nordeste.





  "Esta é a Caminhada do cidadão que não aceita ser feliz sozinho. Nesta Caminhada, vamos juntos com zelo. Caminhamos por amor, confiança e carinho". Foram estas as palavras usadas pelo Padre Tony Batista ao dar a largada para a 17ª Caminhada da Fraternidade, ocorrida neste domingo (10/06) e que neste ano trouxe para os caminheiros o tema “Solidariedade e Saúde caminham juntas”.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Artigo "CHICO XAVIER, UM CENTENÁRIO DE AMOR E LUZ".


CHICO XAVIER, UM CENTENÁRIO DE AMOR E LUZ.

Dos Rincões do Piauí, escutamos o seu eco e acompanhamos os seus gestos, sua mansuetude, sua pureza, sua bondade e sua firmeza, e a História saberá guardar a sua memória e a sua diferença rumo à regeneração. 

Maryneves Saraiva de Arêa Leão

(Historiadora. Professora da UFPI e acadêmica da ALLCHE, Academia Longaense de Letras, Cultura, História e Ecologia, Vice-Presidente da Sociedade Espírita Cantinho de Luz Fabiano de Cristo e Fundadora das Casas do Pão do Piauí: Teresina, Alto-Longá-PI).

O presente artigo se apresenta, no cenário do centenário de Chico Xavier, como mais um esforço de registrar o  reconhecimento  das  ações de um homem da nossa contemporaneidade, porém, em   tudo, além do seu tempo.

 É de Chico Xavier, do seu centenário de Amor e Luz que de 1910 a 2010 que iremos refletir  neste artigo; O homem, a sua época, sua trancendência e o seu testemunho de Amor a Jesus.

Trabalharemos com a própria obra mediúnica de Chico Xavier, com estudos e reflexões de muitos que se  desbruçaram para não perder suas palavras,suas atitudes e orientações, com vista aos registros íntimos e ao resgate dessa memória para as gerações futuras.

Portanto não há a intenção de apresentarmos novidades e, sim, reconhecermos que por todo Brasil, cuja missaõ é a de “ Coração do Mundo Pátria do Evangelho”, se  espalham  as lições dessa parceria de Amor, no que se refere às cartas vivas do mestre Jesus, Emannuel e Chico Xavier, através da farta obra literária que aqui destacamos: Interpretando as lições do Evangelho: Caminho, Verdade e Vida, Pão Nosso, Vinha de Luz, Palavras de Vida  Eterna, Refletindo em torno da Codificação, citamos: Religião dos Espíritos, Seara dos Médiuns, Livro da Esperança, Justiça Divina, Opinião Espírita. No que se refere à obra romanceada, destacamos: Paulo e Estevão, Há Dois Mil Anos, Ave Cristo e Renúncia.

O período tratado neste artigo é um século que representa a nascente fase republicana Brasileira trazendo consigo a fase de autonomia da nova  Nação  marcada ainda por uma herança de relação escravocrata, profundas desigualdades sociais, elevado percentual de anafalbetismo e uma experiência autoritária no exercicio do poder político. Mas a nova Nação guardava consigo a centelha de uma missão espiritual na expressão do mestre, registrada na obra “Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho”, pelo espírito de Humberto de Campos,ao expor que:

Para esta terra maravilhosa e bendita será transplantada a árvore do meu evangelho de piedade e amor”, e sinalizando para o laboratório multi-racial com vistas ao aprendizado da verdadeira fraternidade que o nosso Chico tão bem exemplificou.

              O menino Chico, cresce, desafia sua época, ensina com a sua própria vida, que é possivel superar todas as condições adversas, fragilidade de saúde, como bem caracteriza o historiador José Murilo de Carvalho, o perfil de um “cidadão simples”, e sair da perspectiva determinante de não cumprir o programa traçado por limitações temporáreas avançando rumo à luz das estrelas que bem caracterizou a sua pregação no cenário da natureza.

                Ele, que foi recordista na produção de obras mediúnicas literárias, recordista no exemplo de Amor ao próximo, recordista no consolo às mães desesperadas, recordista no reconhecimento público, a verdade acordando consciências; é por tudo isso e algo mais que nossa pequenez não pode captar, que amor e luz é o seu sobrenome. Amou, amou muito, amou tanto que para alguns, foi considerado um tolo pelo desapego material além de esquisito por não contemporizar nem por um minuto com interesses que contrariassem o evangelho  do Cristo de Deus.

               Deixou plantadas, na memória individual e coletiva as lições imoredoras do seu coração, e por tudo isso, o seu centenário merece ser lembrado e vivido porta a dentro de nossa alma, para que as gerações futuras  tomem conhecimento de que no século XX um homem AMOR E LUZ chegou de mansinho e no século XXI partiu como um vitorioso, rumo ao infinito. 

             Concluímos, com as palavras do Espírito de verdade, que bem se aplicam ao nosso Chico, ao fim da jornada terrena, e de cá ficamos a imaginar o seu encontro com o Mestre e o convite amoroso “ Vinde á  mim, vós que foste um bom servidor”.

             Dos Rincões do Piauí, escutamos o seu eco e  acompanhamos os seus gestos, sua mansuetude, sua pureza, sua bondade e sua firmeza, e a História saberá guardar a sua memória e a sua diferença rumo à  regeneração. E para muitos será sempre : Chico Amor, Luz, Xavier. Gratidão para sempre.

 

 

 

Bibliografia

1-      KARDEC, Allan- O livro dos Espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. R.J: FEB, 2008

2-      GOMES, Saulo (org.) Pinga Fogo com Chico Xavier. Catanduva-SP: Intervidas, 2010.

3-      BACCELLI, Carlos A. 100 Anos de Chico Xavier, Fenômeno Humano e Mediúnico. Uberaba, MG: Livraria Espírita Edições “Pedro e Paulo”, 2010.

4-      BRASIL, Coração do Mundo Pátria do Evangelho. Rio de Janeiro: FEB, 2008.


10º Salipi! " O fim do mundo é não ler". Participem!!!

 Salão do Livro do Piauí (Salipi), um dos maiores Eventos Culturais do nosso Estado. 

O evento literário chega a sua décima edição em 2012 e celebra o teatrólogo Francisco Pereira da Silva - autor de peças que focam o nordeste, como "Raimunda Pinto, Sim Senhor!”. O Salão acontece de 10 a 17 de junho.